Eram todos estúpidos e eram todos iguais mas tinham até um certo talento, conseguiam me entreter. Mesmo que, quase sempre, da forma mais infantil possível. Acho um pouco divertido. Parecem uns bobos-da-corte, sem o senso de ironia. Aí fica a parte que me entedia; infelizmente, dependo de ironia. Dependência, em parte, sangrenta. Não bastam minhas inúmeras tentativas de introdução ao mundo racional, continuam agindo como animais desesperados, loucos por aceitação. A FALTA DE IRONIA ACABA COM A HUMANIDADE.
Interessante, também, o fato de que volta e meia me aparecem alguns comentários que me ecoam, como subversões. Não vale a pena dissertar sobre o assunto, porque a resposta ao subversivo é, quase sempre, mais óbvia que a ponta do seu nariz. Perde a graça, quando a gente descobre.
Os que me irritam em prioridade são os seres estrogenários. Digo, em maioria. Todas aquelas frescurinhas e irritações. Que virem homens! A presença se tornaria mais confortável, além de que, ninguém teria interesse em fuçar a lama de outros porcos. A lama delas, vale acrescentar, é politicamente correta, e isso me enoja. Sobre os garotos, porém, poupo comentários.
Continuam todos iguais, mesmo depois da caracterização. É difícil valorizar a fuga ao padrão, nos dias de hoje. A vida é difícil e a convivência e o auto-conhecimento também são. Mas tudo continua perdendo a graça, quando descobrimos. Pobres pontas de nariz.
outubro 6, 2008 às 8:18 pm |
meldels!! vose eh a rainha de sabá!! AMEY!! rsrs
outubro 6, 2008 às 10:11 pm |
O problema em ser irônico….
outubro 6, 2008 às 10:12 pm |
só tenho uma coisa a dizer sobre o que li: foge, que eu te encontro.
outubro 6, 2008 às 10:19 pm |
É minha pequenina e está crescendo e analisando o mundo.
Que legal isso!